Equilíbrio Econômico e os Ajustes Externos nos Países Emergentes

Jouliana Jordan Nohara, Vicente Lentini Plantullo

Resumo


O trabalho discute a impossibilidade de os países emergentes e endividados praticarem uma política monetária independente - que possa atender às necessidades nacionais - num mundo com mercados integrados de capital. O maior instrumento de política econômica, a política monetária, torna-se ineficiente e mesmo inoperante. E a política econômica dos países emergentes dependerá das circunstâncias ditadas pela conjuntura vigente nos países líderes.Trata-se de um trabalho teórico que conta com um levantamento bibliográfico, fornecendo subsídios para as conclusões e uma análise das possibilidades dos ajustes, aliado à observação da conjuntura nos países periféricos e endividados. Ajustes macroeconômicos ininterruptos, orquestrados por instituições externas e que já estão entrando na sua segunda década, evidenciam a impossibilidade de se alcançar os próprios ajustes, que teoricamente redundariam em um crescimento econômico sustentado.

Palavras-chave


Equilíbrio interno e externo, taxa de juros, ajustes externos, política monetária

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Revista de Administração da Unimep. ISSN 1679-5350. Publicação eletrônica vinculada ao Programa de Pós-graduação stricto sensu em Administração da Universidade Metodista de Piracicaba.