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Rosa do deserto

por Diva Gottuzo (2018-09-25)


As rosas-do-deserto (Adenium spp) são plantas suculentas belíssimas, de talo escultural e floração euberante, que vem encantando jardineiros no planeta todo. Porém elas possui seus segredinhos para encorpar o talo e as raízes, aliás, você deve estimular florações espetaculares com essas dicas. Vamos a elas?


1. Iluminação
As rosas-do-deserto são plantas exigentes em claridade. Elas devem tomar ao menos seis horas de sol por dia, caso contrário não florecem ou florecem pouco. Na falta de sol, também podem ocorrer duas coisas: definhamento ( desenvolvimento entorpecido em comprimento) ou uma tendência em procurar claridade, fazendo com que a planta fique torta para um só lado.


2. Temperatura
As Rosas do Deserto não gostam do muito frio. Em baixas temperatura, seu metabolismo estaca bastante lento, dormente. Quando expostas ao muito frio, as folhas ficam amarelas e caem. Deixam de florescer, e se estiverem floridas as flores caem. Nestas condições, as regas devem ser muito espaçadas, até porque não vão aproveitar bastante as irrigações. Uma estufa seria uma saída interessante para sustentar a planta em desenvolvimento involuntário em locais com inverno mas rigoroso, como no sul do Brasil e nas regiões serranas.


3. Substrato
O substrato para Rosas-do-deserto é muito essencial, porém simples de compôr. Este deve ser rico em potássio, fósforo e cálcio, ligeiro e essencialmente muito drenante. Nada obstante, por ser um substrato drenável, é usual a perda de nutrientes, que são incessantemente lavados durante as regas e as chuvas, então adubações complementares são bastante muito vindas. O nitrogênio é um alimentar que deve ser empregado com cautela, porque deve provocar um desenvolvimento excessivo na planta. Temos cá um post que fala sobre estre objecto. Veja mas em: Substrato para rosas-do-deserto


4. Podas
Não tenha pânico de podar sua rosa do deserto. As podas são imprescindíveis para entregar forma à planta e servem também para estimular as florações. Tenha cautela ao utilizar as podas para induzir o florescimento. Use como último recurso. De antemão disso, melhore a adubação, dando mas atenção aos nutrientes referidos acima. Para conceder formato à planta, deve -se utilizar também recursos dos bonsaista, como “aramar” os galhos ou logo utilizar fios de barbante para ancorá-los. Faça constantemente cortes em chanfro nos ramos, evitando de forma o acúmulo de agua nos ferimentos. O pó de canela possui sido empregado com sucesso como cicatrizante nos cortes, prevenindo o surgimento de doenças fúngicas.


5. Propagação
A Rosa do Deserto deve ser propagada por sementes ou estacas. Se a opção for sementes, deixe-as de atado em agua não clorada para se hidratarem. O tempo mínimo na agua é de duas horas. Podem também ser plantadas sem este tratamento, porém neste caso o tempo para expansão aumentará em 2 a 3 dias. Após hidratadas, plante em recipientes individuais e muito identificados. Estes recipientes podem ser copinhos de plásticos de 200 ml ou bandejas de poliestireno com células individuais. As bandejas de 128 células, facilmente encontradas em agropecuárias, são princípios. O tempo para as sementes germinarem varia de 2 a 4 dias. Durante este temporada, mantenha o substrato continuamente úmido. Quando todas estiverem germinadas reduza a rega para uma ou um par de vezes por dia e, a medida que forem aumento, a rega deve ser gradualmente espaçada. As mudinhas devem permanecer sob sol pleno para irem se acostumando a esta exigência de luminosidade. O instante para o transplante é quando a mudinha estiver com 3 pares de folhas definitivas. Após 6 a 8 meses de germinadas as pequenas plantas começam a florecer.